WEB2.0, nas palavras de Tim O’Reilly, não tem fronteiras bem definidas, mas sim, um núcleo gravitacional, onde orbitam vários conceitos e recomendações das quais se destacam:
- Participação
- Descentralização
- Confiança no conteúdo dos utilizadores
- Interfaces de utilização ricos
- Mistura de conteúdos
- Normalização e organização de informação
Informação e a sua classificação
Na WEB2.0, tudo se resume a uma única palavra: informação. As informações e conteúdos que circulam na web no dia-a-dia, estão em constante análise e avaliação por diversos tipos de mecanismos, sendo criadas relações de relevância entre as informações a partir dessa avaliação. As pessoas, por sua vez, quando fazem buscas por uma determinada informação, obtém um resultado de algo que já foi classificado e relacionado através de um método pré-definido.
TAGS
A Folksonomia é a conjunção de duas palavras, “folk” (povo, pessoas) e “taxonomia”. Algo que pode ser traduzido como a “classificação efectuada por pessoas”. Em vez de ser utilizada uma forma hierárquica e centralizada de categorização de informação (taxonomia), as pessoas escolhem simplesmente palavras-chave (TAGS, ou etiquetas) que melhor dão um significado ao objecto (texto, imagem ou som) que pretendem classificar, numa semântica mais clara e objectiva.
Texto adaptado de uncovering.org

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